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Boletim Municipal, Ano 6, Nº 17, outubro de 2003
30 de Setembro de 2009
Boletim Municipal, Ano 6, Nº 17, outubro de 2003
Boletim Municipal, Ano 6, Nº 17, outubro de 2003

Editorial

Ordenamento do Território
exige seriedade política

Acaba de ser aprovada pela Assembleia Municipal a nova proposta de revisão do Plano Diretor Municipal com um largo consenso no seio das forças vivas Concelhias. Após uma criteriosa elaboração pela equipa técnica e aprovação unânime por parte da Comissão Técnica de Acompanhamento, o novo documento foi sujeito ao inquérito público tendo sido acolhidas cerca de três centenas de propostas de alteração e correção. Ao nível do Regulamento, todas as sugestões e reclamações entradas foram atendidas favoravelmente.

Um documento desta importância não se pode prestar a arma de arremesso político ou partidário e é dever de qualquer partido intervir de forma ativa e responsável na sua elaboração, modificação e ajustamento ao modelo de desenvolvimento do Concelho, dentro dos parâmetros permitidos pela lei.

Em abono da verdade e da justiça, diga-se que foi esse o procedimento de todos os Vereadores no seio do Executivo Municipal e só isso permitiu formular uma proposta séria e concreta à Assembleia Municipal.

Pelas razões atrás invocadas estranha-se que alguns responsáveis políticos não tenham formulado qualquer proposta de alteração do documento e tenham optado pelo caminho fácil e não explicado de votar contra.

Votar contra é um direito inalienável em democracia. Questiona-se, contudo, o sentido de responsabilidade e de credibilidade política a quem vota contra sem antes tentar propor algo de diferente.

Quando se está na ação política com verdade e interesse no desenvolvimento da sociedade, a crítica e a discordância obrigam à apresentação de propostas e ideias alternativas. Só assim se poderá julgar a proposta em apreço e decidir se ela é boa ou má para o futuro do Concelho e bem estar das suas gentes.

Que dizer do agente político que se diz defensor do Meio Ambiente e Ordenamento do Território e quer ao mesmo tempo defender a construção de prédios na Reserva Ecológica Nacional e na Rede Natura?

Para a história do Concelho fica, concerteza, a firmeza daqueles que combateram até ao fim, propondo e adaptando novas soluções e lutando por melhores propostas, o que frontalmente contrasta com aqueles que nada propuseram, nada quiseram mudar ou que simplesmente votaram contra por obediência a outros valores que não os do interesse coletivo do Concelho.

Agradeço a todos os que quiseram participar ativamente na elaboração e melhoria deste novo PDM e faço votos para que este novo instrumento de Planeamento e Gestão Territorial permita uma redobrada esperança no Futuro do Nosso Concelho.

Daniel Campelo
Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima

 

Campelo, Daniel, dir. - Ponte de Lima: Boletim Municipal. Ponte de Lima: Câmara Municipal de Ponte de Lima, 2003.

Boletim Municipal, Nº 17, 2003 (pdf | 21.137 kb)

 

 
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