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André Soares e o Rococó do Minho
28 de Fevereiro de 2013
André Soares e o Rococó do Minho
André Soares e o Rococó do Minho

OLIVEIRA, Eduardo Pires - André Soares e o Rococó do Minho. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2011. 698 p. 4 vols. Tese de doutoramento.

 Resumo:

 André Soares (Braga, 1720-1769) foi um criador de obras de arquitetura, talha, ferro, desenho e cartografia. A sua grande capacidade financeira permitiu-lhe não precisar de trabalhar. Como era corrente na época, as suas obras dividem-se por duas correntes artísticas: o rococó e o tardobarroco.
O rococó chegou a Braga pela mão do arcebispo D. José de Bragança (1741-1756). André Soares beneficiou do seu apoio ao ser escolhido para desenhar o novo Paço Arquiepiscopal, em que oscilou entre o gosto joanino e os novos valores do rococó. Rapidamente, porém, mudou para o novo estilo, de que são exemplos a nova fachada da Capela de Santa Maria Madalena da Falperra e o Palácio do Raio. Mas também fez muito rapidamente uma nova inflexão decisiva: as obras de arquitetura passaram a ter um desenho que se revê num tardobarroco desornamentado e as de talha mantiveram-se num rococó vibrante, ideias que manteve até ao final da sua vida.
A sua obra está espalhada um pouco por todo o Norte de Portugal: Braga, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Vila Verde, Esposende, Guimarães e Vila Nova de Gaia (esta perdida)

 

Texto Integral (pdf)

 

  Fonte: Repositório Aberto da Universidade do Porto


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