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Confrarias em Viana do Castelo: a encomenda artística dos séculos XVI a XIX
29 de Janeiro de 2012
Confrarias em Viana do Castelo: a encomenda artística dos séculos XVI a XIX
Confrarias em Viana do Castelo: a encomenda artística dos séculos XVI a XIX
CARDONA, Paula Cristina Machado - Confrarias em Viana do Castelo: a encomenda artística dos séculos XVI a XIX. [S.l.]: Edições Afrontamento, 2012. 385 p. ISBN 978-972-36-1263-9.

 

Resumo:


Partindo do enquadramento dos movimentos político-religiosos em que se alicerçou o movimento confraternal e aproximando o fenómeno europeu e nacional à escala regional, foi feita a caracterização do meio em que a actividade devocional, exercida pelas confrarias, floresceu, considerando três índices de avaliação: o geográfico, o económico e o social.
Dentro da comunidade urbana de Viana do Castelo, analisou-se detalhadamente a colegiada de Nossa Senhora da Assunção. Considerou-se a matriz devocional desse espaço e as mutações sofridas desde o século XVII até à segunda metade do século XIX, ilustrou-se a actividade artística desenvolvida pelas 8 confrarias seleccionadas, explicando-se o sistema de organização, as obrigações institucionais e os direitos e privilégios de cada uma destas instituições, seguindo-
-se a avaliação da encomenda artística por elas fomentadas, tipificadas em três áreas: as obras de carácter arquitectónico, as encomendas dos programas decorativos e as políticas de aquisição das alfaias litúrgicas. Num subnível analítico, interpretámos o papel do governo local e as dinâmicas desenvolvidas na referida unidade paroquial. O fenómeno da encomenda artística foi também pesquisado num âmbito mais amplo: ambiente urbano e rural, identificando-se o destino da obra, os agentes das encomendas e os seus executantes. Finalmente avaliou-se o peso dos oficiais e das oficinas dos núcleos externos ao concelho analisado, a expressão dos oficiais e das oficinas locais, o grupo de ofícios mais representativo e o período que concentrou um maior volume de encomendas.

 

Texto Integral (pdf)

 

Fonte: CEPESE


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